Quem um dia irá dizer, que existe razão...

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(Do gr. enos=vinho + logos=tratado)

É o conjunto dos conhecimentos científicos e técnicos relativos à arte de produzir, tratar e conservar os vinhos;

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(compre um gravador de cds e pirateie você mesmo, afinal quem sabe faz ao vivo)

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Enologia

Se você tiver curiosidade de saber a história resumida do surgimento dos vinhos e tiver paciência para ler várias e várias linhas, vá até o HISTÓRICO.
Vinhos do Brasil
  • As vinhas no Brasil são desenvolvidas principalmente nos estados das regiões SUL, SUDESTE e NORDESTE, com destaque para o RS, SP, SC, PR, PE E MG. Sendo que Rio Grande do Sul, a vitivinicultura é uma atividade de suma importância para uma significativa parcela de produtores rurais e agro-industriais.

 

  • O Brasil, teve na figura de Martin Afonso de Souza, em 1532, na Capitania de São Vicente, a introdução da vitivinicultura, sendo que em 1535 a videira foi introduzida na Bahia e Pernambuco. Em1551, Brás Cubas produz o primeiro vinho em território brasileiro, no planalto de Piratininga (São Paulo).

 

  • Em São Paulo, cerca de 90% da uva produzida é destinada ao consumo "in natura", sendo os principais cultivos nas plantas Niágara Rosada (80% da produção) e a Piróvano 65.

As principais cidades vitícolas são:
- Jundiaí ................................... 34,88%(Produção)
- Piedade .................................. 30,54%
- Campinas ............................... 16,20%
- Bragança Paulista .................... 6,72%
- Sorocaba ................................ 5,12%
  • Em Santa Catarina há o predomínio do cultivo de videiras americanas e híbridas, principalmente Isabel e Niágara, onde aproximadamente 75% da produção destina-se à elaboração de vinhos de consumo corrente. Nesse estado, 78,15% da produção concentra-se na região "das Serras de Santa Catarina", com destaque para os municípios de Videira (27,73%), Pinheiro Preto (14,32%) , Tangará (12,60%) e Nova Trento.

 

  • No Paraná as principais cidades produtoras são Assa (16,16%) e Curitiba (13,05%), predominando o cultivo de uvas de mesa destinadas para consumo "in natura"

 

  • Em Minas Gerais a viticultura encontra-se em duas regiões distintas: Poços de Caldas produz 24,69% das uvas do  estado, predominando as cultivares híbridas e americanas, para a elaboração de vinhos. Em  Pirapora, são produzidas 44,08% das uvas do estado.

 

  • Em Pernambuco, a produção se encontra situada ao longo do Vale do Rio São Francisco, duas cidades se destacam: Petrolina (61,13%) e  Itaparica (27,11%). Nessa região com o auxílio da irrigação e com o emprego de tecnologias específicas, podem ser obtidas até 2,5 safras por ano, escalonadas em qualquer época do esmo  .

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Links para Vinhos

Guia do Vinho Bhnet - Página do Dr. Júlio Anselmo de Sousa Neto! A mais bem elaborada e recheada página sobre vinhos!!!

Winespectator - Base de dados sobre vinhos. Bairristas, mas com sistematização nota 10.

Expand Importadora - Venda direta ao consumidor.

World Wine Web  - Vinhos Franceses...

California Wine Country  - Só californianos...

Internet Wines - Vinhos Australianos...

Vinternet - Vinhos e Champagnes.

Maison du Vin - Aquisição de vinhos via internet.

Adega Therense

Guia de Vinhos

Vinho em Rio

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V A R I E D A D E S
Vinhos Brancos
CHARDONNAY - GEWÜRZTRAMINER - NIÁGARA - PINOT BLANC - PINOT BLANC SUAVE - SAUVIGNON BLANC - SÉMILLON - RIESLING ITÁLICO
Vinhos Tintos
CABERNET FRANC - CABERNET SAUVIGNON - GAMAY - ISABEL - SANGIOVESE
Destilados
BRANDY

SEMILLON

  • ORIGEM: Variedade tradicional de Bordeaux, propagada na região Sudoeste da França. No seu país de origem pelas condições climáticas é empregada quando "botrytizada", na composição dos vinhos de sobremesa Sauternes, e cujo tipo caracteriza-se pelo Château Yquem. Cultivada também na Califórnia, Austrália e Chile.

No Brasil, nos últimos 15 anos teve uma propagação intensa pela sua excelente produção e qualidade de vinhos.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: Branco leve amarelado, visual brilhante.
ODOR: Qualidade, fino, agradável, frutado e florido. Intensidade, odorante, delicado, nítido, sadio e natural.
SABOR: Quanto à adstringência nobre, saboroso e corpo normal.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 6 a 13 °C.

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NIÁGARA

  • ORIGEM: Planta originária do Alabama, estado norte-americano. Foi introduzida na viticultura paulista por Benedito Marengo, em 1894. E, apenas em 1910, foi reconhecida como variedade comercial para consumo "in natura". A origem Niágara Branca, entretanto, remonta ao ano de 1868, de um cruzamento Concord x Cassady, ambas Labruscas puras, efetuando por Hoag & Clark.
  • DIFUSÃO: No começo do século XX, a Niágara Branca obteve difusão em vários vinhedos brasileiros. Francisco Marengo e Veridiana Prado contribuíram com largo trabalho na promoção desta cepa, devido a sua rusticidade e fertilidade. Em São Roque-SP é destinada a indústria de vinhos brancos licorosos, intensamente foxados e de grande apreciação dos consumidores. No Rio Grande do Sul, em diversas regiões se faz presente seu cultivo, especialmente no município de Flores da Cunha e, em menor escala, em Bento Gonçalves. Sua cultura se faz presente nos estados de Santa Catarina e Paraná, para vinhos comercializados em garrafões.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: amarelo esverdeado, brilhante, podendo com o tempo atingir um leve dourado.
ODOR: Jovem, com aroma nítido pronunciado da variedade e característico. Convidativo pela evidência aromática agradável.
SABOR: De adstringência e corpo normal. Quanto ao açúcar é seco. Acidez harmônica, vinoso, personalidade "suis generis". Harmonia de seus componentes e delicadeza de seus caracteres. Muito apreciado pelo consumidor de consumação corrente.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 8 A 13 °C.

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GEWÜRZTRAMINER

  • ORIGEM: Variedade de uva proveniente da Região de Palatinat, entre a Alsácia e a Alemanha, na França . Os frutos desta variedade caracterizam-se por uma perfeita maturação, evidenciando as notas típicas de cepa e constituem a matéria-prima para a elaboração de novos varietais. Aliado ao fato da recente difusão dessa variedade entre os nossos viticultores, a vindima de Gewürztraminer do ano de 1991 representa a melhor vindima que já ocorreu em nossa região. As condições climáticas favoráveis contribuíram para o êxito dessa colheita ímpar.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: amarelo esverdeado, límpido;
ODOR: típico da variedade, com notas de aroma nítido, florido, jovial;
SABOR: macio, equilibrado, bouquet pronunciado, vinho seco, aceitável pela harmônica  composição do mesmo;
TEMPERATURA DE CONSUMO: 6 a 12 º C

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CHARDONNAY

  • ORIGEM: Variedade de uva ainda conhecida por Pinot Chardonnay: proveniente das regiões de Bourgogne e Champanha, na França. Seu cultivo desde longo tempo faz participação no mercado mundial com excelência de qualidade como Montrachet, Chassagne, Meursalt, Polingy, Chablis, Pouilly, Fuisse e Moconnais Blanc. A matéria-prima empregada na obtenção do vinho Chardonnay é resultado da boa aclimatação nas terras do Rio Grande do Sul, precisamente na encosta Nordeste do estado. Esta variedade de vinho branco, seco, de mesa, inconfundível pelo seu "bouquet" e fineza. Embora sua qualidade, desde longo tempo, registra história na Europa, em nosso país é recente, e a nobreza, e jovialidade do seu vinho, já conquistou em nosso meio os paladares dos grandes conhecedores.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: amarelo-palha, brilhante, atrativa
ODOR: De aroma agradável, característico, intenso, com nuances frutados, florido, chama a atenção a todos os provadores.
SABOR: Nobre, equilíbrio de acidez, macio, corpo, harmonia de seus constituintes naturais personalidade marcável de sua nobreza.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 8 a 13ºC.

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SAUVIGNON BLANC

  • ORIGEM: Na França é denominada também de Blac-Fumé em Poully, Duce Blanche em Dordogne é simplesmente Sauvignon em Blanquefort. Na região de Sautene, a cepa contribui na obtenção dos grandes vinhos licorosos a base de Semillon, porém aplicando-se também na preparação de vinhos secos. Além de vinificá-la reqüentemente com a uva Semillon, e as vezes igualmente com a Muscadelle. No Brasil este vinho foi introduzido há 69 anos tendo despertado interesse nas últimas décadas. Este vinho branco seco, de gradução alcoólica próxima de 12ºgl, de boa identidade e finesa.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: amarelo-citrino, com nuances verdosos,brilhante, atrativa
ODOR: De aroma particular, próprio, característico, intenso, agradável, odorante, nítido, típico, com notas de frutos tropicais lembrando a goiaba e manga.
SABOR: Nobre, de adstringência e corpo normal. Frequentemente aporta um sabor almiscarado, nas uvas bem maduras na degustação percebe-se gosto de notas com sabor méleo.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 8º a 13ºC.

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GAMAY

  • ORIGEM: Videira que forma que forma a base dos vinhedos do centro e leste da França. Alta e baixa Bourgogne, Beaujolais. Em certas regiões de Maconnais (Rulley, Mercury) e de Beaujolais (Fleury, Thorues, Moullin à Vent, Julienas). Em Beaujolais na França o vinho é leve, frutado e freqüentemente capitalizado onde forma um teor alcoólico de 12º GL. É vinho para ser bebido novo. Antes da nova vindima. Na sua jovialidade não falta atrativo. Elaborado com curta maceração fornece uma tonalidade de rose colorido à violeta.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: Brilhante, translúcido, cor vermelho rubi atrativa.
ODOR: Referente a qualidade do odor, fino de raça, perfume evidente e característico. Frutado. Perfume de uva madura.
SABOR: Delicado, sadio, pelo seu olfato agradável, convidativo ao paladar.
TEMPERATURA DE CONSUMO:12 a 16ºC

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PINOT BLANC

  • ORIGEM: Variedade nativa da Bourgogne, França, propagada através da Alsásia, Alemanha com o nome de Wsissbugunder, norte da Itália, Califórnia e outros países. Esta cepa é o resultado da mutação da Pinot Noir, e em nossa região é cultivo de recente difusão. É um vinho branco, nobre, seco, de mesa.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS

COR: Amarelo verdoso, visual brilhante.
ODOR: De qualidade fino, agradável, tipicidade: frutado. Intensidade: aromático, delicado, nítido, sadio.
SABOR: Adstringência e corpo normal, de acidez harmônica.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 8º a 13ºC

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PINOT BLANC SUAVE

  • ORIGEM: Uva branca Vitis vinífera, Pinot Blanc. Produzida por viticultores da Linha Leopoldina, Monte Belo do Sul. É um vinho branco de mesa, suave, com 20 gramas litro de açúcar e o conservante (químico) previsto em legislação.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: Amarelo verdoso, visual brilhante.
ODOR: Nobre, agradável, frutado, jovem. Intensidade: aromático, delicado, nítido, sadio. SABOR: Saboroso e de corpo redondo, quanto ao açúcar, suave, sem ser excessivamente doce, equilíbrio de acidez.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 6º a 14ºC

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CABERNET SAUVIGNON

  • ORIGEM: Francesa, igualmente à base dos vinhos tintos de Bordelais, cultivada no Médoc e Graves. Atualmente sua propagação difundiu-se ainda no norte da Itália, Espanha, Califórnia, África do Sul, Austrália, Chile e Argentina. No Brasil apenas na década de 1980, com a multiplicação de plantas isentas de viroses, demonstrou boa adaptação geoclimática e de confiança promissora ao mercado do vinho. O vinho Cabernet Sauvignon é vinificado pelo procedimento clássico com a controle  tecnológico a fim de obter um vinho de qualidade ideal. Com esta variedade são  comercializados os vinho famosos com o nome de Château du Bréil, Château du  Cort Vivens, Calon Sagur, Château la Croix, de St. Georges, Château Lafite, Rothschild, Château Margaux.
  • CARACTERISTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: visual límpido, de coloração vermelho-rubi, tendendo ao carmim.
ODOR: Odor pronunciado, característico da variedade.
SABOR: Sabor vinoso, quanto ao açúcar seco, acidez harmônica, de excelente corpo pela prudente vinificação e seleção da matéria-prima. Seus vinhos necessitam de evolução para  obter a maturação e a harmonia do odor e "bouquet", com aromas complexos e odor  próprio do varietal.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 17 a 22ºC

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SANGIOVESE

  • ORIGEM: Videira cultivada na região de Emília, e na região deToscana, que dá seu nome ao vinho típico "Sangiovese de Romagna". Na Itália, seu vinho é empregado na preparação do famoso "Chianti". Para isto existem referências escritas sobre elas datando de 1590. O verdadeiro Chianti tem como base Sangiovese, além de outras variedades. Tanto na Itália como no Brasil, é variedade de pouca expansão de cultivo. Outrora foi o vinho mais largamente produzido e comercializado pela Cia. Vinícola Riograndense, com a marca Granja União. Em nosso país, o vinho é obtido pela produção dos vinhedos localizados na Linha Paulina, distrito de Faria Lemos, município de Bento Gonçalves. O vinho desta variedade possui características próprias quanto à qualidade do vinho. Na vinificação clássica, sua característica de sabor adstringente, deve ser dominada com uma maceração menos prolongada. Como em todas as vinificações, a tarefa essencial do vinificador é de controlar os equilíbrios químicos de maneira a realizar um equilíbrio sensorial: cor, aroma, sabor. Assim, é no domínio da maceração que se reconhece a sua originalidade e qualidade agradável do varietal.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: Límpido, cor vermelho-franca.
ODOR: Fino, raça, menos perfumado que o Cabernet. Na sua intensidade de odor, delicado, sadio.
SABOR: Referente à adstringência, medianamente tânico, relativamente rico em taninos, de pouco corpo e normal.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 18º a 22ºC

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CABERNET FRANC

  • ORIGEM: Gaulesa, a base dos vinhos tintos de Bordelais, principalmente em Saint Emilion e Pomerol. Na França ainda é cultivado no Vale do Loire. Variedade cultivada também no norte da Itália, California, Chile, Argentina e Brasil. Em nosso país foi a casta nobre difundida em maior volume dentre as viníferas, graças a sua boa aclimatação e adaptação na região da Encosta Superior do Nordeste e outras do Rio Grande do Sul. Na França, os grandes Crus de Medóc, lhe fazem grande reputação.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: brilhante, vermelho rubi vivo.
ODOR: Qualidade, delicado, franco e natural.
SABOR: medianamente tânico, tipicidade, herbáceo.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 16º a 21ºC.

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BRANDY
É obtido pela destilação de vinhos de diversas Vitis viníferas. A destilação efetuada em aparelhos contínuos e descontínuos em cobre, o destilado é obtido com a graduação alcoólica ao redor de 70ºGL. Nestes teor alcoólico é envelhecido em bordalesas de carvalho para a maturação do destilado vínico e adquirir a qualidade de bom guardente. É envelhecido, em média, para num período superior a 3 anos. Após, é feita a mescla em diferentes barricas diluído com água tratada e corrigida sua coloração, para manter uma padronização. O envelhecimento em bordalesas se justifica pelo seguinte motivo: o aroma será mais intenso, enquanto maior é a superfície da madeira com a aguardente em contato, porém ao mesmo tempo, devido à porosidade da madeira, ocorrem também outros fenômenos que contribuem à qualidade do produto obtido, por exemplo as oxidações, formação de ésteres, aldeídos e a evaporação. O local de envelhecimento é em ambiente escuro, com temperaturas compreendidas entre 10ºC a l6ºC. O corte é filtrado com placas filtrantes de celulose até atingir uma coloração límpida e transparente. Após o engarrafamento é conservado em local com temperatura não superior a l5ºC.

  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

VISUAL: Líquido alcoólico, brilhante, colorido, caramelizado fraco, marrom-escuro.
ODOR: De aguardente vínica, alcoólico, puro, vanilina, evoluída ao envelhecimento. A intensidade do odor, etéreo, bando, fineza, puro e característico. Graduação alcoólica, 38,5ºGl.
QUANTO À ACIDEZ: seco, aroma de boca ardente.
QUANTO A IDADE:com envelhecimento médio, e sem defeitos correntes.
DEGUSTAÇÃO: Feita com copos de bom tamanho, do tipo balão, que são os que reúnem as melhores características para captar os vapores despreendidos da aguardente. É bebido em pequenos sorvos. A taça é de cristal, fino e transparente para que suas paredes sejam atravessadas pela luz e pelo calor.
  • HISTÓRIA DO "CONHAQUE" Na Escola, o produto era inicialmente vendido com o nome de conhaque, e apenas em 1991, comercializado sob a denominação "brandy". O conhaque recebe o nome da vila de COGNAC, situada no departamento de Charente, elaborado pela primeira vez no século XVI. No Brasil, as aguardentes de vinho iniciaram a ter grande incremente de vendas entre os anos 1960 a l975. Na ocasião a organização Dreher ocupava 80% do mercado. Com o surgimento das aguardentes de gengibre, permaneceram menos marcas, porém, mantendo um qualidade própria de aguardente de vinho.
  • DENOMINAÇÃO: A legislação sobre Apelação é restrita. Nenhum aguardente poderia colocar-se no mercado com o nome de "Cognac" se não reunisse as 6 condições seguintes: 1-A de ser extraído de um vinho destilado na região determinada, pelo decreto de 01.05.1909. Esta região está delimitada na Charente a Charente marítima, França. 2- Proceder de vinhos brancos, de no mínimo 90% das cepas Colombard e Saint Emilion. 3- Não serem prensados os cachos por prensa contínua de eixo de Arquimedes, para evitar o esmagamento do engaços, sementes e película. 4- Ter sido destilado em dois tempos por "Brouillis" e repasse no alambique tipo tradicional Charente. 5- Envelhecido na madeira de carvalho das florestas de Limousin ou Tronçais. 6- Não ter graduação alcoólica superior a 72º GL na produção e nem menos de 40º Gl ao concluir esta. No Brasil embora não obedeçamos a todas estas normas, atualmente atingimos uma melhoria ;no nível de produção de aguardentes de vinho, em relação à primeira metade da década de 1960. Isto em razão de utilizar vinhos mais próprios e sadios na destilação em relação ao passado.

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RIESLING ITÁLICO

  • ORIGEM: Variedade de uva proveniente da Itália. Trazida da Itália para diversas regiões do Rio Grande do Sul. As uvas utilizadas para a elaboração do vinho branco, de mesa e seco. Os frutos da videira bem sazonados (maduros) são resultado do trabalho e experiência de vinhateiros que possuem práticas vitícolas tradicionais. Graças às condições meteorológicas, a vindima da casta nobre Riesling de 1991 reuniu satisfatoriamente os 04 elementos básicos de qualidade do vinho: a variedade, o solo, o clima e o homem, proporcionando a obtenção do "MILLÉSIME BLANC". O vinho branco Seco, com sua jovialidade exala aroma nítido e intenso. A Alemanha e outros países tradicionais no ramo vinícola elaboram grandes vinhos brancos, a partir dessa mesma variedade nobre e de excelente qualidade. Na Europa, e agora também no Brasil, desenvolveu-se o hábito de beber os vinhos brancos no mesmo ano de sua elaboração, ou seja, vinhos jovens. Pode-se, dessa forma, desfrutar melhor de características como aroma e maciez. Quando servimos à temperatura conveniente esses vinhos evidenciam características organolépticas excelentes.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: amarelo esverdeado, brilhante.
ODOR: jovem com aroma nítido pronunciado do varietal com nuances frutados e floridos, desperta a atenção dos apreciadores do vinho.
SABOR: equilibrado, macio, personalidade característica, harmonia de seus componentes, delicadeza de seus caracteres.

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ISABEL

  • ORIGEM: Proveniente da Carolina do Sul, estado do Sudeste dos Estados Unidos da América do Norte, é a variedade vastamente difundida ainda no período da colonização italiana, e persiste por várias razões:

Pela tradição dos viticultores, pela sua maior resistência as moléstias, vigorosa, elevada produtividade, e possui galhos secundários frutíferos.
Pela procura mercadológica, sobretudo nos últimos decênios na preparação de sucos de uva concentrados e simples.
Pela sua diversidade de aplicações, além de vinhos de mesa para uma faixa de consumidores habituados a este paladar, presta-se igualmente para o consumo "in natura", na obtenção de uvadas, geléias, licorosos, compostos, destilação, vinagres e outras.
  • O vinho é obtido de uma uva americana (Vitis labrusca), também vulgarmente conhecida como produtora de vinhos de consumo corrente ou comuns. Variedade cuja matéria-prima fornece vinho de custo mais acessível para consumidores com preferência deste paladar frutado, aromático.
  • CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:

COR: vermelho violáceo, visual límpido.
ODOR: agradável, foxado, marcado, comum, sadio, natural. SABOR: vinho obtido de uvas classificadas comuns superiores, foxé, framboesa, varietal característico com acidez tartárica 5,6 g/l.
TEMPERATURA DE CONSUMO: 16º a 20ºC

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escrito e produzido por Aldebaram Aszrael Heiz